O número de Phidias
A proporção áurea foi utilizado na construção do popular
templo de Atenas, o Parthenon, concebido em 447 a.C., na Grécia. Inclusive,
esse número foi nomeado como “Phi” por conta do escultor ateniense Phideas, um
dos responsáveis por levantar o templo. O número de outro foi utilizado nessa
construção na proporção de sua fachada e no espaçamento entre as suas colunas.
O resultado é uma ilusão de ótica que faz com que as colunas aparentem estar
retas, enquanto são ligeiramente inclinadas, sendo este um marco arquitetônico.
Dentre as várias outras utilizações dessa constante real,
podemos destacar: a proporção das medidas do tronco e da cabeça da
protagonista de um dos quadros mais populares do mundo, A Mona Lisa, de
Leonardo da Vinci; as dimensões da obra O Sacramento da Última Ceia, de
Salvador Dali; o ritmo prosódico, fenômeno descrito por Matila Ghyka como a
elaboração de textos cuja leitura segue um compasso harmônico entre as
estrofes, seguindo o tempo da proporção áurea, e que é identificado em escritos
de Victor Hugo, Shakespeare entre outros.


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